Marcha das Vadias? É isso o que queremos?

maio 27, 2013

Neste final de semana, novamente o Brasil assistiu ao patético espetáculo da Marcha das Vadias, uma ocasião assaz degradante, na qual jovens, homens e mulheres, marcham pelo direito de as mulheres serem promíscuas, matarem seus próprios filhos, e abandonarem seu papel natural de elo forte da unidade familiar.

Sob o pretexto de combater a violência doméstica – tema que na verdade não tem nada a ver com o centro de suas ideologias, que é a libertinagem – milhares marcharam pelas ruas, alguns seminus, denotando suas intenções libidinosas. Não me surpreenderia se diversas jovens aparecessem grávidas após as atividades deste dia. Não que elas se importem com uma gravidez repentina, já que, como declaram, estarão sempre prontas a matar o bebê em sua barriga.

O combate à tal “violência doméstica” é outro ponto polêmico: defendem o direito, muito justo, de serem respeitadas pelos maridos. Esquecem de dizer que, no entanto, querem este respeito sem o merecer. Ao pregarem a promiscuidade, perdem qualquer razão para exigir tratamento respeitoso. Deixam de ser moças de família, dignas de respeito, e agem como rameiras.

Realmente, esta Marcha das Vadias é um sinal dos tempos. Quando vemos homens marchando com a palavra “Vadia” escrita no peito, denotando forte presença de homossexuais masculinos nas passeatas, vemos a qual grupo essas manifestantes pertencem: à corja que está destruindo a família brasileira, com o apoio dos comunistas e da mídia que pretende dominar de vez o povo, ao quebrar-lhe a espinha dorsal da moralidade. Tirando dos jovens a referência na família, nos bons costumes, e tornando-os escravos da referência única na mídia, para melhor poder manipulá-los. Só um idiota não vê os mecanismos desta trama sórdida. Depois, não digam que eu não avisei.


Por que Bolsonaro incomoda tanto aos pós-modernistas?

abril 11, 2011

A defesa da familia brasileira virou crime passivel de crucificação na nova babilonia da perdição.

Há mais de um ano não atualizo este blog devido a grande desilusão que me causa o estado de deterioração da nossa sociedade mas penso que se faz necessário defender a figura de um defensor implacável dos valores familiares brasileiros manchada de maneira vil e torpe pelo pseudo-modernista e na verdade comunista declarado Marcelo Tas em seu programa de doutrinação adolescente o CQC.

Bolsonaro disse com sua maneira rude de homem que diz o que pensa apenas aquilo que qualquer pai de família consciente diria para as perguntas chulas e de baixo escalão proferidas pelos entrevistadores. Se ele teria um filho gay respondeu que não tem porque deu educação a seus filhos e é óbvio que tem razão pois antigamente, antes de os pais se tornarem infantilizados pela mídia e ausentes, haviam muito menos gays do que hoje.

E é essa aí que queria ensinar moralidade ao nobre deputado? Esse exemplo de mulher zelosa da propria imagem e reputação?

Também demonstrou ser inimigo da promiscuidade e da permissividade que vem transformando meninas e mulheres em vagabundas que não servem para o homem de bem casar.

Bolsonaro é um dos últimos bastiões da moralidade brasileira e a mídia gayzista e anti-familista vem tentando destruir seu mandato com certeza na intenção de eleger em seu lugar algum defensor da maconha, do homossexualismo, da prevaricação e da transformação de meninas em idade escolar em prostitutas.

Veja que a midia já construiu uma geração de meninas que sensualizam desde o final da infância exibindo a região glutea em uma clara obsessão e desejo por penetração anal, fruto da "cultura da bunda" na televisão brasileira.

Ou é por acaso que numa sociedade que cultua ídolos como as dançarinas de axé, com suas boquinhas da garrafa e outras ofensas a família, proliferem em tenra idade meninas do ensino fundamental que já são mais experientes do que mulheres de meia idade criadas no tempo do respeito e da moralidade? Meninas que riem de mulheres mais velhas pois elas tem medo de fazer experimentos sexuais enquanto as meninas, ainda crianças, já praticam de tudo inclusive sexo anal sem sentir mais dor alguma devido a grande experiência.

É contra isso que grandes lutadores precisam erguer-se e Jair Bolsonaro é uma das ultimas esperanças de um mundo que a cada dia deixa de existir o mundo do respeito da família e das pessoas de bem.


Seu Madruga o novo ideal de cidadão: desocupado, desonesto, violento.

fevereiro 19, 2010


A juventude dos anos 40 tinha ídolos extremistas como Stalin ou Hitler, mas também líderes ponderados como Churchill e Roosevelt. Cada geração tem os ídolo que merece para bem e para mau pois é assim que a humanidade caminha: uns escolhem o bom caminho e outros o mal.

Mas a juventude de hoje praticamente só tem ídolos que dão mau exemplo. E as ideologias desviadas entram no lar brasileiro cada vez mais disfarçadas de maneira inocente. Uma dos aspectos mais nocivos da atual cultura jovem de hoje em dia é o verdadeiro culto quase religioso que se faz em torno da abjeta figura do personagem Seu Madruga.

Originário do seriado Chaves (uma produção medíocre, mal escrita e mal interpretada da televisão mexicana, na qual adultos interpretam crianças e as piadas repetem-se ad nauseum), Seu Madruga é um sujeito pobre, que usa roupas sujas e esfarrapadas, um bigode mal aparado e não trabalha em absoluto.

Seu Madruga claramente embriagado em uma das várias cenas nas quais fica subjacente a idéia de adultério por parte de Dona Florinda.


Seu Madruga começa dando seu mau exemplo ao mostrar que é possível viver sem trabalhar, e ainda viver alegremente. Um de seus bordões é a frase “Não existe trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar”. Ele tem uma filha mas não produz nada e nem ganha salário ou pensão alguma, o que deixa margem para imaginarmos do quê a família vive e como ele alimenta a jovem de nome Chiquinha, uma pré-adolescente problemática que é constantemente vítima da violência do pai, aparecendo, após levar surras, com almofadas a cobrir suas nádegas certamente feridas pela violência paterna. Além do fato de o personagem Madruga claramente descontar suas frustrações no corpo da filha, antes de cada fustigação há um momento no qual a garota chora pela expectativa da violência, um recurso de linguagem televisiva com óbvio cunho sadomasoquista, que deve apelar a parte do público do seriado (a referida jovem é interpretada por uma atriz adulta com um rosto bastante desfigurado pela maquiagem, mas belas pernas).

Seu Madruga não trabalha e vive de pequenos expedientes, referidos em certo episódio como “trambiques”, pela própria Chiquinha (que já aprende com o pai a vida na malandragem). Mas este estilo de vida só é possível porque Madruga recorre a truques desonestos, como fugir pela janela quando o senhorio da vila aparece para cobrar-lhe o aluguel (eternamente atrasado em 14 meses). Os golpes, fugas e enganações de Seu Madruga são sempre cômicos e ressaltados por uma música que denota o caráter infantil de tais práticas criminosas, como se a prática da falsidade ideológica, charlatanismo e a mentira fossem meras traquinagens, e lesar o público, o senhorio e burlar as leis fosse nada mais que uma travessura.

Seu Madruga, usando suas habilidades de lábia para mais uma vez enganar o Senhor Barriga, retratado como o burguês típico: ganancioso, desumano e ao mesmo tempo, mentecapto, fácil de se enganar.

Não bastasse Seu Madruga ser indolente (o que ensina à juventude que o trabalho não é importante para quem é “legal”, “malandro”), desonesto (mostrando que as malandragens, crimes e enganações são aceitáveis e até divertidos), violento (sem que tal violência tenha conseqüências), e sujo (apesar de não aparentar ter problemas de saúde pela falta de banho), ainda o personagem é visto constantemente alcoolizado, na televisão, em canal de grande repercussão, em horário no qual as crianças e adolescentes assistem inocentemente ao que vem pela tela.

Seu Madruga é constantemente espancado pela personagem Florinda, uma viúva arrogante que simboliza, obviamente, a classe média e o conservadorismo devidamente vilanizado pelo seriado que tem claras inclinações esquerdistas, exaltando a figura do vagabundo, do mendigo, do rebelado.

A visão sobre a educação, inculcada na juventude através de Madruga é também digna de análise pela peculiaridade. Em determinado episódio o professor Girafales, personagem caricato que simboliza um professor retratado como um romântico, mal pago e idiota que tenta ensinar diversas coisas sobre assuntos absolutamente inúteis aos alunos que não lhe dão a mínima importância, precisou sair da sala de aula e deixou seu extremo oposto, Seu Madruga. Oposto porque enquanto Girafales é honesto, bem vestido, limpo, trabalhador, ordeiro e culto, Madruga encarna o sujo, desocupado, esfarrapado, desonesto. A despeito disso Girafales é quem sempre acaba na condição de perdedor enquanto Madruga safa-se rindo das maiores dificuldades e “enrascadas” imagináveis.

Seu Madruga em diversos momentos de sua aula na qual humilhou o professor padrão, mal pago, bem intencionado, culto e honesto.


Neste episódio no qual Madruga fica tomando conta da sala de aula, Girafales aparece conduzindo uma aula sobre a qual não consegue manter o controle, já que os alunos não lhe dão atenção e nem o devido respeito. Já Madruga, uma vez investido no papel temporário de “professor”, passa a explicar assuntos supostamente muito mais úteis do que História, Geografia ou Álgebra, assuntos ligados à vida cotidiana das crianças e permeia suas explicações com atuações dignas de teatro infantil, mas aplaudidas inclusive pelo próprio Girafales como “brilhantes”. O conhecimento empírico adquirido nas ruas e limitado a conhecimentos de baixíssimo nível de complexidade triunfa sobre os valores culturais corretos que Girafales vinha tentando passar aos jovens. O vagabundo, o burlesco, o negativo, resulta triunfante neste episódio. Mais uma vez repetindo, em horário no qual as crianças e adolescentes cujas mentes estão em formação assistem a tudo e aprendem toda essa errônea mensagem.

Não bastassem todos os exemplos negativos inculcados à juventude pelo próprio personagem Madruga no seriado Chaves, erigiu-se ainda em torno dele um culto que dentre outras coisas funde sua imagem em camisetas e imagens na “Internet” ao terrorista Ernesto Che Guevara, traidor de sua própria pátria e assassino serial de opositores em Cuba, derrotado pelas forças da paz e da ordem legal na Colômbia, outro ídolo muito adotado pelos jovens hoje em dia. E o mais dolorido nisso tudo é que ao contrário dos jovens de antigamente que tinham diante de si exemplos radicais e malignos como Hitler ou Stalin mas ao mesmo tempo tinham um Churchill, um Roosevelt, os de hoje só tem os exemplos para mau, para baixo. E toda a malignidade desses personagens adorados pela juventude deturpada não possuem a clareza em sua maldade como possuíam os ditadores do passado porque são personagens cômicos ou românticos cujas maldades são sempre divertidas ou justificadas e seus traços mais nefastos de caráter são apresentados como elementos de uma alegre imbecilidade a ser celebrada, copiada e eternizada por toda uma geração de futuros adultos.


Studio Pampa, ou “pregando a promiscuidade”

fevereiro 10, 2010

É de se admirar que um programa como este Studio Pampa seja mantido no ar. Indigente e mal ajambrado em suas limitações ideológicas e financeiras, o programa apresenta uma dezena de moças seminuas rebolando para todo o Rio Grande do Sul ver. É uma vergonha que se permita que essas meninas que certamente tem pai e mãe possam denegrir a imagem de suas famílias em troca de dinheiro que, dada a emissora em que aparecem, não deve ser de grande monta.

O que realmente espanta é que os jogos protagonizados pelas moças não tenham participantes e sejam disputados pelas próprias apresentadoras num claro sinal da mendicância em que a Rede Pampa encontra-se. Sendo que no mesmo horário outras emissoras passam programas capazes de realmente edificar a família brasileira através de pregações e idéias corretas, sensatas.

Ainda para completar a imoralidade deste programa, ele serve de emprego para ex-participantes da grande orgia televisionada chamada Big Brother Brasil, da qual as pessoas deveriam sair não para o estrelado, e sim para o açoitamento público. Embora, claro, o próprio cantar do chicote pudesse tornar-se fonte de prazer para alguns participantes, dado o grau de hedonismo desta gente, se é que se pode chamar estar criaturas de gente.

Alguém deveria fazer um abaixo-assinado pedindo o encerramento desta atração, diante da qual certamente muitos jovens entregam-se ao vício do onanismo, da cobiça pelo corpo feminino. Enquanto serve de exemplo para muitas jovens, que podem um dia buscar aquele ideal de aparência e comportamento. É um veículo de pregação, não de Deus, mas da perdição.


Rockeiros reagem com indignação às minhas opiniões – prova de que a juventude já segue o capeta

fevereiro 9, 2010

Rockeiros e sua maneira andrógina ao vestir

Depois que escrevi meu texto sobre a banda Iron Maiden, um texto fundamentado em uma extensa pesquisa e horas de audição da “música” deste bando de desviantes, recebi como reação, por parte desses mesmos jovens que são distorcidos em sua visão de mundo, as respostas mais agressivas imagináveis.

Ocorre que isso só comprova o alto poder de divulgação de suas idéias demoníacas e pro-homossexuais que esta banda tem. Uma série de comentários, agressivos, debochados, desaforados, me foi dirigida por rockeiros já dominados pela ideologia pregada pela banda Iron Maiden, mas não só por ela, como também por programas de TV (Big Brother, Superpop, Hermes & Renato), qual seja, a ideologia da androginia sexual, da promiscuidade e do culto a Lúcifer nas suas mais variadas formas.

Começa a deterioração quando o jovem escuta o rock and roll, e começa a achar aquilo normal. Depois, passa a vestir-se com os símbolos do mal, sem nenhuma preocupação. Em seguida experimenta drogas, sexo homossexual, a sodomia. E ao crescer, estes jovens tornam-se produtores ou reprodutores de filmes, discos e livros que pregam estas mesmas idéias sendo que a juventude de hoje assiste ao que é produzido pela geração hippie e punk das décadas de 60 e 70.

Posso estar usando uma frase pronta, já utilizada várias vezes ao ponto de tornar-se cômica, mas não menos verdadeira: Para onde este mundo está indo?


Bastardos Inglórios – esqueceram que os soldados tinham família na Alemanha

janeiro 23, 2010

Assisti ao filme Bastardos Inglórios e confesso que não gostei. Trata-se de um filme que mostra terroristas anti-nazistas como “heróis”, esquecendo-se completamente que os soldados e oficiais alemães eram apenas uns coitados que faziam seu trabalho, longe de serem poderosos como a turma de Hitler (os nacional-SOCIALISTAS, o que demonstra já que hoje o Brasil mesmo tem muitos herdeiros dessa tradição esquerdista disfarçada de direita).

Os bastardos mais inglórios são os espectadores que aplaudem de forma bovina.

Matando, sequestrando, torturando e cometendo as mais infames atrocidades, os judeus mostrados no filme matam alemães que inocentes foram conduzidos para a guerra, como fazem os soldados alistados de forma obrigatória em qualquer país do mundo hoje em dia.

Até quando o cinema Hollywoodyano vai servir de trampolim para a propaganda judia, esquerdista, comunista e, no caso dos filmes brasileiros financiados pelo governo federal ou empresas ligadas a ele, do PT e do MST?


Jean Wilis do BBB5 pode abandonar opção gay

janeiro 22, 2010

Jean que pregou a pederastia poderá se voltar para Deus e se redimir logo.

Eu recebi por e-mail esta notícia e ainda não confirmei se é verdade mas espero que seja. O participante e vencedor do Big Brother Brasil 5, chamado Jean, teria procurado tratamento com o Sr. Abramael, da Igreja Cristã Assembléia de Deus, para curar-se de seu desvio psicológico, o homossexualismo.

Jean estaria finalmente conhecendo a Palavra de Deus através da leitura da Bíblia e teria ficado muito incomodado quando leu as passagens que dizem que os pervertidos sexualmente não entrarão no Reino dos Céus.

Caso Jean seja bem sucedido, e ele será porque quem busca o caminho de Deus jamais se desvia da trilha da verdade, poderia utilizar sua fama conquistada no BBB para pregar sua nova opção para o público brasileiro.

Seria muito interessante ver tudo isso acontecer. Não só porque Jean se transformou em uma celebridade do mundo gay capaz de defender publicamente a sua causa e agora capaz de desmentir as enganações que vinha pregando mas também porque Jean é um ex-Big Brother, que participou de um programa que mostra e defende a perversão, a promiscuidade e o sexo na televisão brasileira. Ele pode desfazer os erros de seu passado e ainda ajudar a toda uma geração de pessoas que hoje desviam-se em suas vidas por culpa da própria mídia que Jean usa para divulgar-se.