Marcha das Vadias? É isso o que queremos?

maio 27, 2013

Neste final de semana, novamente o Brasil assistiu ao patético espetáculo da Marcha das Vadias, uma ocasião assaz degradante, na qual jovens, homens e mulheres, marcham pelo direito de as mulheres serem promíscuas, matarem seus próprios filhos, e abandonarem seu papel natural de elo forte da unidade familiar.

Sob o pretexto de combater a violência doméstica – tema que na verdade não tem nada a ver com o centro de suas ideologias, que é a libertinagem – milhares marcharam pelas ruas, alguns seminus, denotando suas intenções libidinosas. Não me surpreenderia se diversas jovens aparecessem grávidas após as atividades deste dia. Não que elas se importem com uma gravidez repentina, já que, como declaram, estarão sempre prontas a matar o bebê em sua barriga.

O combate à tal “violência doméstica” é outro ponto polêmico: defendem o direito, muito justo, de serem respeitadas pelos maridos. Esquecem de dizer que, no entanto, querem este respeito sem o merecer. Ao pregarem a promiscuidade, perdem qualquer razão para exigir tratamento respeitoso. Deixam de ser moças de família, dignas de respeito, e agem como rameiras.

Realmente, esta Marcha das Vadias é um sinal dos tempos. Quando vemos homens marchando com a palavra “Vadia” escrita no peito, denotando forte presença de homossexuais masculinos nas passeatas, vemos a qual grupo essas manifestantes pertencem: à corja que está destruindo a família brasileira, com o apoio dos comunistas e da mídia que pretende dominar de vez o povo, ao quebrar-lhe a espinha dorsal da moralidade. Tirando dos jovens a referência na família, nos bons costumes, e tornando-os escravos da referência única na mídia, para melhor poder manipulá-los. Só um idiota não vê os mecanismos desta trama sórdida. Depois, não digam que eu não avisei.

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Studio Pampa, ou “pregando a promiscuidade”

fevereiro 10, 2010

É de se admirar que um programa como este Studio Pampa seja mantido no ar. Indigente e mal ajambrado em suas limitações ideológicas e financeiras, o programa apresenta uma dezena de moças seminuas rebolando para todo o Rio Grande do Sul ver. É uma vergonha que se permita que essas meninas que certamente tem pai e mãe possam denegrir a imagem de suas famílias em troca de dinheiro que, dada a emissora em que aparecem, não deve ser de grande monta.

O que realmente espanta é que os jogos protagonizados pelas moças não tenham participantes e sejam disputados pelas próprias apresentadoras num claro sinal da mendicância em que a Rede Pampa encontra-se. Sendo que no mesmo horário outras emissoras passam programas capazes de realmente edificar a família brasileira através de pregações e idéias corretas, sensatas.

Ainda para completar a imoralidade deste programa, ele serve de emprego para ex-participantes da grande orgia televisionada chamada Big Brother Brasil, da qual as pessoas deveriam sair não para o estrelado, e sim para o açoitamento público. Embora, claro, o próprio cantar do chicote pudesse tornar-se fonte de prazer para alguns participantes, dado o grau de hedonismo desta gente, se é que se pode chamar estar criaturas de gente.

Alguém deveria fazer um abaixo-assinado pedindo o encerramento desta atração, diante da qual certamente muitos jovens entregam-se ao vício do onanismo, da cobiça pelo corpo feminino. Enquanto serve de exemplo para muitas jovens, que podem um dia buscar aquele ideal de aparência e comportamento. É um veículo de pregação, não de Deus, mas da perdição.