Studio Pampa, ou “pregando a promiscuidade”

fevereiro 10, 2010

É de se admirar que um programa como este Studio Pampa seja mantido no ar. Indigente e mal ajambrado em suas limitações ideológicas e financeiras, o programa apresenta uma dezena de moças seminuas rebolando para todo o Rio Grande do Sul ver. É uma vergonha que se permita que essas meninas que certamente tem pai e mãe possam denegrir a imagem de suas famílias em troca de dinheiro que, dada a emissora em que aparecem, não deve ser de grande monta.

O que realmente espanta é que os jogos protagonizados pelas moças não tenham participantes e sejam disputados pelas próprias apresentadoras num claro sinal da mendicância em que a Rede Pampa encontra-se. Sendo que no mesmo horário outras emissoras passam programas capazes de realmente edificar a família brasileira através de pregações e idéias corretas, sensatas.

Ainda para completar a imoralidade deste programa, ele serve de emprego para ex-participantes da grande orgia televisionada chamada Big Brother Brasil, da qual as pessoas deveriam sair não para o estrelado, e sim para o açoitamento público. Embora, claro, o próprio cantar do chicote pudesse tornar-se fonte de prazer para alguns participantes, dado o grau de hedonismo desta gente, se é que se pode chamar estar criaturas de gente.

Alguém deveria fazer um abaixo-assinado pedindo o encerramento desta atração, diante da qual certamente muitos jovens entregam-se ao vício do onanismo, da cobiça pelo corpo feminino. Enquanto serve de exemplo para muitas jovens, que podem um dia buscar aquele ideal de aparência e comportamento. É um veículo de pregação, não de Deus, mas da perdição.

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